Festival Flamenco Casino Estoril V 2019

COM APOIO DE

ARTISTAS CICLO SETEMBRO

4 DE SETEMBRO | Familia de los Reyes

Saray De Los Reyes (baile)

Nascida em Sevilha, vive o Flamenco em família, sendo filha do mestre cigano da dança Juan de los Reyes, com o qual começa a estudar flamenco com 5 anos de idade.

Começa a receber aulas com La Farruca, que a seleciona com apenas 16 anos para participar no espetáculo “Gypsy” durante a 25ª Bienal de Arte Flamenco de Sevilha em 2006.

Volta aos palcos de Sevilha ganhando, no mesmo ano, o prestigioso prémio de baile “Carmen Ledesma” no concurso Peña Torres-Macarena.

Atualmente, além de continuar a oferecer espetáculos fantásticos, é professora de aulas de técnica e coreografia de dança na escola “De los Reyes”.

Mestre Juan De Los Reyes (baile)

Juan de los Reyes nasce em Sevilha. Começou a experimentar o flamenco em criança, e aprende os seus primeiros passos com o mestre Pepe Ríos. 

Estudou e aperfeiçoou sua arte com o mestre Antonio Montoya Flores “Farruco”, com quem partilhou o palco em inúmeros festivais. Participou no filme “Bodas de Gloria”, um importante filme flamenco onde se mostra a arte da dança flamenca. Trabalhou ao longo da sua carreira nos tablaos mais importantes de Sevilha e Barcelona. Foi dançarino na companhia de Mario Maya, participando em actuações como “Ay Jondo !”, “El Amargo” ou “El Réquiem”.

Juan de Los Reyes é considerado um dos grandes mestres da dança flamenca cigana e dedica-se ao ensino em sua academia, o estúdio flamenco “De los Reyes”.

Lole de los Reyes (baile)

Lole de los Reyes, nascida em Sevilha, pertence à família De los Reyes, sendo filha do mestre Juan de los Reyes, com o qual aprendeu a essência do flamenco. Continua a sua aprendizagem com a mestre Farruca, atuando nos melhores tablaos de Andaluzia e Madrid.

Juan Corbacho (Cante)

Cantor nascido em Huelva, iniciou os seus estudos no canto e guitarra flamenca muito novo, tendo ganho o seu 1º prémio de canto com 8 anos. Em 2004 recebe uma bolsa de estudos da prestigiosa Fundação Cristina Heeren de Sevilha. Como cantor solista produziu vários trabalhos discográficos, sendo bem recebidos pela crítica. Acompanha com o seu cante a “bailaores” de máximo nível como Rocío Molina, realizando tournés internacionais por todo o mundo. Entre os prémios que ganhou descata-se o “Prêmio Especial por Malaguenhas” do Concurso de Grande Cante de Málaga.

Jordi Flores (Guitarra)

Guitarrista catalão, começa os seus estudos com o mestre Rafael Cañizares para seguidamente aperfeiçõar os seus estudos no Conservatorio de Música do Liceo de Barcelona e mais tarde na Fundação Cristina Heeren. Com 15 anos ingressa na Orquesta Guistarrista de Barcelona, onde grava vários discos. Aos 18 anos debuta como concertista no Festival Internacional de Bogotá, realizando uma tournê por todo o Sul de América. Realizou um grupo de fusão com o qual realizou várias tournês por Itália, França e Rússia, entre outros.

11 DE SETEMBRO | Electrolé

Electrolé conta com artistas especializados, provenientes de diferentes estilos musicais que, trabalhando em liberdade, construíram um som homogéneo e novo.

José Luis Montón (Guitarra e Voz)

José Luis Montón nasce em Barcelona e especializa os seus estudos em guitarra flamenca e composição. A sua música transmite coração, beleza e conhecimento dos ritmos. Destaca entre os artistas que, com maior intensidade, tem partilhado de uma forma pessoal experiências com diversas culturas musicais. “Não posso imaginar um artista mais completo que José Luis Montón” – afirma o artista Ara Malikian.

Mariano Cruceta (Baile)

Nascido em Madrid, Mariano Cruceta começa a sua trajetória profissional como 1º bailarino em várias companhias nacionais como a de Elvira Andrés (ex-diretora do Ballet Nacional de Espanha). Atualmente dirige a sua companhia – Cruceta Flamenco, da qual é diretor e produtor artístico, coreógrafo e intérprete. Dentro das suas produções coreográficas destacam a sua versatilidade e originalidade para entender a linguagem do flamenco junto com o estilo contemporâneo.

Eduardo Pineda (Piano)

Pianista e produtor musical Eduardo Pineda é licenciado pela Escola Nacional de Arte de Cuba. Como produtor tem trabalhado na América latina e Espanha, com o compositor Omar Alfanno e a Escola Nacional de Música de Panamá, entre outros. Colaborou com grandes artistas internacionais de jazz e participou em importantes festivais como o Festival de Jazz de Vitória ou o Festival Internacional de Montreal. Um dos seus últimos trabalhos foi a participação no álbum “Son de Panamá” de Rubén Blades, galardoado com 2 Grammy Latinos.

Gloria Solera (Flauta e Voz)

Gloria Solera é licenciada em música, flauta travessa e composição pelo Conservatório Profissional de Música de Madrid. Em 2005 começa a sua participação na Banda Sinfónica Pedro Muñoz até hoje. 

18 DE SETEMBRO | Santiago Lara Trio + artista convidada

Santiago Lara (Guitarra)

Santiago Lara nasce em Sevilha mas desenvolve a sua carreira artística em Jerez de la Frontera. É convidado pelo mestre Manolo Sanlúcar para o acompanhar nos seus espetáculos como segunda guitarra. Mais tarde, colabora com a bailarina Mercedes Ruiz, sendo compositor e diretor musical dos seus espetáculos. Em 2006 realiza o seu primeiro álbum como solista “El sendero de los imposible” com o qual ganha o Prémio a Melhor Álbum do Ano do jornal “DeFlamenco”.

Em 2012 edita o seu segundo trabalho discográfico “Sentimientos Nuevos”, o qual apresentou no Festival de Jerez e na International House of Music de Moscovo. Em 2019 reafirma a sua posição como um dos melhores guitarristas de flamenco recebendo o “Giraldillo al toque” da Bienal de Flamenco de Sevilha, um dos prémios mais importantes de guitarra de Espanha.

25 DE SETEMBRO | Felipe Mato Quarteto

Felipe Mato (Baile)

 

Felipe Mato realiza a sua formação em dança clássica, ballet clásico e flamenco no Conservatório de Dança de Sevilha e na Escola Matilde Coral. Destaca-se a sua participação como bailarino na Companhia Mario Maya. Mais tarde forma a sua própia companhia, realizando numerosos espetáculos, desde a tradição flamenca mais ortodoxa até espetáculos mais experimentais.